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Objetivos


Geral:
Aprofundar os conhecimentos bíblicos, de modo especial quanto ao livro do Apocalipse, e de diversas questões que a leitura deste livro coloca na atualidade.
Específicos:
* Adquirir uma visão de conjunto do livro do Apocalipse;
* Compreender as características básicas do gênero literário apocalíptico;
*  Vincular o gênero literário apocalíptico ao movimento apocalíptico;
Professores
Cláudio Vianney Malzoni (Coordenador e Professor)
 
Carga horária: 12 horas
Período de realização: aos sábados sendo as datas: 16/02, 16/03, 13/04 e 18/05/2019
No horário das 09h às 12h
Local: UNICAP – Bloco B, 2º andar – Auditório do CTCH.
Valor da parcela única para inscrição até o dia 06/02/19 – R$ 70,00
Valor da parcela única para inscrição após o dia 06/02/19  – R$ 80,00
Inscrições: até 10/02/19 ou enquanto houver vagas.

O Programa de Formação e Atualização Teológica Pastoral Liturgia e Sacramento II terá início no dia 10 de setembro de 2018 até o 12 de novembro de 2018. O curso tem a carga horária de 20 horas e estão disponíveis 30 vagas. O custo-benefício é de R$ 65,00. Será ministrado pelo Pe. Jaime Teudel, no Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora de Fátima - antigo Colégio Nóbrega.

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA

Coordenação Geral de Extensão

Curso de Extensão

 

Título do Curso: Programa de formação e atualização teológica pastoral – MARIOLOGIA

Unidade proponente: UNICAP

Centro: HUMANITAS

Corresponsável (eis) pela extensão do curso: Prof. Dr. Pe. Antônio Raimundo Sousa Mota (Coordenador)

Carga Horária: 20 h/a

APRESENTAÇÃO

Temos como escopo de nosso trabalho apresentar um projeto de formação atualização teológico-pastoral, para lideranças comunitárias da arquidiocese de Recife, oferecido pela Universidade Católica de Pernambuco. O Programa de Formação e Atualização Teológica para Leigos, chamado de PFTL, promovido pelo Núcleo de Extensão da Universidade Católica, busca contribuir pastoralmente para a formação de liderança. Muitos leigos provenientes de várias paróquias, no passado, tiveram, através do curso de Teologia para Leigos (de duração de dois anos, durante quase 20 anos na Católica). A riqueza formativa pastoral deste trabalho foi realizado pelo departamento de Teologia, sob a coordenação do Pe. Jaime Trudel S. J.

O próprio dinamismo da nossa sociedade e a diversificação interna do mundo católico tem provocado nas pessoas uma crescente procura de formação. É oportuno distinguir os diversos níveis ou aspectos dessa demanda, para que as respostas das comunidades eclesiais sejam adequadas e satisfatórias.

Há uma exigência relativamente nova, pouco cuidada até agora por nossas comunidades, que se situa no nível da pessoa enquanto tal, que busca recursos para conhecer melhor a si mesma, desenvolver sua afetividade e sensibilidade, capacidade de relacionamento e, eventualmente, de liderança; diante das mudanças comportamentais profundas de nossa época, jovens e adultos procuram uma orientação mais segura e, ao mesmo tempo, menos sólida, menos pertinente de modelos tradicionais.

Há uma exigência específica dos fiéis leigos e leigas quanto à sua capacidade para compreender melhor a fé e o mundo e participar mais ativamente da evangelização; necessitam de uma boa formação litúrgica, buscam uma formação mais pastoral do que doutrinária, uma formação com base bíblica, mais vital que certas sistematizações teológicas; em alguns casos, porém, existe a exigência de uma formação intelectual mais rigorosa, inclusive filosófico-teológica.

Finalmente, o próprio laicato pede mais atenção e formação dos nossos padres e diáconos; agentes de pastoral procuram uma atualização permanente, uma formação espiritual, bíblica e litúrgico-sacramental mais completa e, principalmente, mais capaz de refletir sobre a vida cotidiana do leigo, de iluminar, com a Palavra de Deus, a vocação cristã na sociedade e de partilhar fraternalmente seus anseios e suas angústias.

A participação na vida e ação da comunidade não se limita à participação nos conselhos e nas decisões. É preciso que os fiéis assumam um papel ativo de serviço na comunidade, cada um segundo sua vocação e função. Ao lado do ministério pastoral ou hierárquico, exercido por bispo, presbítero e diácono, tem, hoje, uma particular importância os ministérios assumidos pelos fiéis leigos e leigas.

Recentemente foi afirmado mais uma vez, no documento de Aparecida, e confirmado pela Exortação Apostólica do Papa Francisco: A alegria do Evangelho; a constatação de que a vida cristã está debilitada. Um cristão não pode ser luz do mundo se sua experiência de Jesus Cristo é fraca, não tem consistência nem está enraizada no mais profundo da sua existência. O encontro pessoal com o Senhor é o ponto de partida e de chegada. Para isso devemos percorrer um longo e bonito caminho que o documento desenvolve lucidamente.

Sendo que vocação dos fiéis a outros ministérios foi despertada ou valorizada pelo Concílio Vaticano II, que lembrou como o Espírito Santo concede a cada qual dons e graças especiais para assumir diversos cargos e ofícios para a utilidade comum (Cor 12,7;LG 12), em nossas comunidades floriram inúmeros ministérios e serviços prestados por fiéis leigos, com grande proveito (por exemplo: catequistas, acólitos e leitores, ministros extraordinários da comunhão eucarística, com visita aos enfermos, ministro da acolhida, ministros das exéquias, inúmeros serviços no campo da caridade e da ação social e política. Mas ainda resta muito a fazer. Ao lado dos ministérios voltados para o serviço litúrgico ou o cuidado com as atividades internas da comunidade, é preciso desenvolver e multiplicar ministérios voltados para a evangelização e a presença na sociedade. Daí surge a necessidade de um programa de formação e incentivo dos novos ministérios, procurando assessorar “in loco” as comunidades, paróquias e vicariatos que se dispuseram a assumir esse programa.

É necessário, porém, salientar que os ministérios e serviços dos leigos não são mera suplência da falta de padres, mas um valor intrínseco da vida do fiel cristão, que se faz presença carinhosa de Deus e da sua Igreja em todos os campos da sociedade moderna.

Por outro lado, a valorização dos ministérios não deve diminuir, mas ressaltar a dignidade de todo cristão, que nasce do batismo. O cristão leigo constrói sua identidade quando é levado a descobrir a radical novidade cristão e a fazer com que a fé impregne suas ações, quer como cidadão, quer como membro da comunidade eclesial a que pertence, fortalecendo íntima ligação entre fé e vida, a fim de poder viver em tudo segundo a vocação que recebemos de Deus.

Nossa fé deve manifestar-se no que somos e no que fazemos pela nossa palavra oportuna, pela conduta de nossas ações, pelos valores que assumimos e pela nossa ação concreta. Assim, assumindo nossas responsabilidades, todos os fiéis exercem o sacerdócio comum de que fala o Concílio Vaticano II (LG). Diante desse apelo, a Universidade Católica sentiu-se impelida a dar sua contribuição, retomando o Curso de Teologia para leigos em nova modalidade, através de conteúdos teológicos em áreas temáticas (Cfr. Apêndice esquemático).

JUSTIFICATIVA

O nosso curso pretende ser um espaço de serviço à fé do cristão leigo, para que ele próprio, no horizonte da comunidade eclesial a que pertence, e com a qual tem um compromisso de participação ativa, amadureça em sua vivência cotidiana (família, ambiente profissional e de estudos, relação direta com pessoas de diferentes crenças, mentalidades e convicções, etc.) e em seu engajamento na Igreja/mundo como seguidor de Jesus Cristo no Brasil neste contexto latino-americano.

Sabe-se que o termo leigo é problemático. Por ser bastante usual, continuaremos a utilizá-lo, sem entrar em sua discussão. Delimitaremos apenas o sentido que temos a intenção de resguardar: por leigo estamos entendendo o cristão que busca conscientemente orientar a sua vida, em todas as suas dimensões, no seguimento a Jesus Cristo, e tomar as suas decisões segundo os critérios do Evangelho, e que vive a sua fé como membro de uma comunidade eclesial, e deseja testemunhar essa sua fé em seu dia-a-dia e está engajado no anúncio e propagação, explícito ou não, da Boa Nova do Reino, em atividades sociais e/ou eclesiais. Nesse sentido, ser leigo significa responder a uma verdadeira vocação de Deus, vocação diversa, mas igualmente importante, em relação àqueles outros cristãos que se sentem chamados ao sacerdócio ministerial ou à experiência própria de um instituto de vida consagrada.

OBJETIVOS

Geral:

Propiciar ao aluno uma oportunidade de aprofundar sua fé por meio de uma atualização teológica na inter-relação com a sociedade.

Específicos:

Elaborar uma reflexão atualizadora sobre a compreensão da pessoa de Maria no mistério de Cristo e da Igreja a partir da Lumem Genutio (Vaticano II)

Refletir sobre a Mariologia para uma fundamentação teológica Eclesial atualizadora nos documentos da Igreja (o Vaticano II e documento de aparecida e Maria no culto da Igreja em Paulo VI)

METODOLOGIA

A metodologia a ser utilizada, caracterizada como interativa e dialogal, procurará desenvolver o conteúdo de cada módulo levando em consideração a realidade sociocultural, religiosa e eclesial dentro da qual estão ineridos os participantes do Programa de Formação Teológica. Trata-se, portanto, de um tipo de metodologia de ensino-aprendizagem de caráter participativo, promovendo, motivando e despertando não apenas o interesse dos participantes para o aprofundamento dos conteúdos, mas também incentivando a reflexão e a apropriação dos conteúdos propostos em vista de se responder aos desafios da fé pela vivência dos valores humanos cristãos. Neste sentido, o conteúdo do Programa não será apenas apresentado de forma teórica, mas contará com recursos oriundos da própria vida em ação, da vivência e das experiências que cada participante, com possibilidades de expressão, de comunicação e de partilha através de estudo em grupo, da arte, do canto e de celebrações litúrgicas.

Nas aulas deve-se favorecer a participação de todos e o intercâmbio de experiências de ser cristão e pessoa humana hoje. Incentiva-se o uso de diferentes recursos pedagógicos e desaconselha-se restringir-se unicamente ao expositivo. Por outro lado, as dinâmicas empregadas devem se articular com os conteúdos previstos, de modo que ambos concorram para melhor se alcançar os objetivos desejos em cada disciplina

Produção: JOB Comunicação e Inovação
Repórter: Rebeka Gonçalves
Designer: Samuel Oliveira

Coordenação e captação de recursos: Rosa Miranda - (81)98934.4554 (WhatsApp)
contato.jobcomunicacao@gmail.com

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Endereço

Avenida Oliveira Lima, 969, Boa Vista
CEP: 50050 - 390, Recife - PE, Brasil

Reitor do Santuário: Pe. Dr. Antonio Raimundo Sousa Mota
E-mail: peantoniomota@gmail.com
Telefone: 55 (81) 3037.4922